Sucessões e planejamento patrimonial
Inventários, partilhas e organização do patrimônio para que a transmissão de bens entre gerações ocorra de forma clara e segura.
Guilherme Fiuza Advogados
Assessoria jurídica próxima, técnica e personalizada para decisões que atravessam gerações.
Guilherme Fiuza Sociedade Individual de Advocacia · OAB/MG 19.435 · Atendimento presencial em Montes Claros/MG e a distância.
Quem somos
Ao longo de sua trajetória, o escritório Guilherme Fiuza Advogados consolidou uma atuação marcada pela proximidade com o cliente, pelo rigor técnico e pela busca de soluções seguras para questões que envolvem patrimônio, família e continuidade entre gerações.
Sua prática é especialmente voltada ao planejamento e à sucessão patrimonial, aos inventários e partilhas, à regularização de imóveis e à prevenção de conflitos. São temas que exigem mais do que conhecimento jurídico: demandam sensibilidade para compreender relações familiares, capacidade para organizar patrimônios complexos e visão estratégica para antecipar riscos.
O escritório parte de uma premissa simples: cada patrimônio representa uma história. Por isso, cada caso é conduzido de forma individualizada, com escuta atenta, transparência e orientação clara, para que o cliente tome decisões conscientes e atravesse momentos de transição com segurança e tranquilidade.
Experiência da equipe
de experiência jurídica somada
Uma trajetória construída ao lado de famílias e empresas de Montes Claros e região, em decisões que envolvem patrimônio, sucessão, renda e negócios. Tempo que se traduz em leitura apurada dos documentos, condução serena das etapas e cuidado com o que cada cliente construiu.
Atuação
Frentes que concentram a maior parte da atuação do escritório, na ordem em que estruturam o trabalho do dia a dia.
Inventários, partilhas e organização do patrimônio para que a transmissão de bens entre gerações ocorra de forma clara e segura.
Análise de vínculos e contribuições, planejamento, requerimentos, revisões e demandas administrativas e judiciais junto ao INSS.
Escrituras, registros, retificações, usucapião e regularização de titularidade, pelas vias judicial e extrajudicial.
Constituição e reorganização de sociedades, contratos, alterações societárias e prevenção de riscos na atividade empresarial.
Serviços jurídicos
Relação informativa dos serviços prestados. A definição do caminho adequado depende sempre da análise dos documentos e das particularidades de cada caso.
Organização e transmissão de bens entre gerações.
Documentação, titularidade e segurança do imóvel.
Benefícios, contribuições e planejamento junto ao INSS.
Situações familiares conduzidas com discrição.
Estrutura, contratos e segurança jurídica para empresas.
Relações contratuais, obrigações e responsabilidade civil.
Atuação geral nas relações de trabalho.
Análise e orientação antes da decisão.
Missão, visão, valores e propósito
Oferecer assessoria jurídica técnica e personalizada, protegendo patrimônios, organizando sucessões e viabilizando partilhas e regularizações com clareza e responsabilidade.
Ser reconhecido pela confiança e pela consistência técnica na condução de questões patrimoniais e sucessórias complexas, tornando-as compreensíveis e construindo soluções adequadas à realidade de cada cliente.
Propósito
Mais do que resolver questões pontuais, é isso que orienta cada atendimento do escritório: entender a história por trás do patrimônio e conduzir cada etapa de forma que a família siga adiante com segurança.
Equipe
Advogados regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Minas Gerais.
Sucessões e regularização imobiliária
Previdenciário
Empresarial e civil
Trabalhista e empresarial
Perguntas frequentes
Escolha um tema e abra o painel para ver as perguntas. As respostas têm caráter informativo e não substituem a análise do seu caso.
Inventário, partilha, prazos, documentos e organização da sucessão ainda em vida.
O inventário extrajudicial é feito em cartório, por escritura pública, quando todos os herdeiros são maiores e capazes, há consenso sobre a partilha e a documentação está regular, sempre com a participação de advogado. O inventário judicial tramita perante o Poder Judiciário e costuma ser necessário quando existe herdeiro menor ou incapaz, testamento a ser cumprido em juízo ou divergência entre os interessados. A via adequada é definida após a análise dos documentos e da situação familiar.
A legislação prevê prazo para a abertura do inventário após o falecimento, e a demora pode gerar acréscimo no imposto de transmissão, além de dificultar a administração e a utilização dos bens. Ainda que o prazo já tenha se esgotado, o inventário continua sendo possível. O recomendável é reunir a documentação e buscar orientação assim que a família tiver condições de tratar do assunto.
Sim. O ordenamento jurídico admite instrumentos de planejamento sucessório, como doações, reserva de usufruto, testamento e organização do patrimônio por meio de sociedades, sempre respeitados os limites legais e a parte reservada aos herdeiros necessários. Cada instrumento produz efeitos jurídicos, tributários e familiares distintos, o que exige análise individualizada antes de qualquer decisão.
Na partilha, o patrimônio é levantado, avaliado e atribuído aos herdeiros, observados o regime de bens, a eventual meação do cônjuge ou companheiro, as dívidas do espólio e a existência de testamento. Pode ser consensual, quando há acordo entre os interessados, ou decidida pelo juiz quando não há entendimento.
Em regra, certidão de óbito, documentos pessoais e certidões de estado civil do falecido e dos herdeiros, documentos dos bens (matrículas de imóveis, documentos de veículos, contratos, extratos e participações societárias) e certidões fiscais. A relação exata varia conforme o caso, o cartório ou o juízo competente.
Escritura, registro, usucapião e caminhos para regularizar a titularidade do imóvel.
Não. No caso de bens imóveis, a propriedade se transfere com o registro do título no cartório de registro de imóveis competente. O contrato cria obrigações entre as partes, mas, enquanto não houver registro, o comprador ainda não figura como proprietário perante terceiros.
A escritura pública é o ato lavrado no cartório de notas, que formaliza o negócio jurídico. O registro é o ato praticado no cartório de registro de imóveis, na matrícula do bem, e é ele que produz a transferência da propriedade. São etapas distintas e complementares.
Em muitos casos, sim. Existem caminhos administrativos e judiciais conforme a origem da posse e a documentação disponível, entre eles a adjudicação, a usucapião e procedimentos específicos de regularização. A definição da via depende da análise da matrícula, dos contratos existentes e do histórico do imóvel.
A usucapião pode ser considerada quando estão presentes os requisitos legais da modalidade aplicável, como posse mansa e pacífica por determinado tempo, ausência de oposição e demais condições previstas em lei. Pode tramitar pela via judicial ou, em determinadas hipóteses, pela via extrajudicial em cartório.
As duas vias existem. A extrajudicial tende a ser mais direta quando há consenso entre os envolvidos e documentação suficiente. A judicial costuma ser necessária quando existe litígio, falta de documentos essenciais ou exigência legal específica.
Planejamento, análise do CNIS, benefício negado, revisões e documentos necessários.
Sempre que houver interesse em compreender a situação previdenciária antes de requerer um benefício, especialmente ao se aproximar dos requisitos. A análise antecipada permite conferir vínculos e contribuições, identificar divergências no cadastro e comparar cenários possíveis, com a devida antecedência.
A decisão administrativa pode ser questionada por recurso no âmbito do próprio INSS ou por ação judicial, conforme o fundamento da negativa e os prazos aplicáveis. O primeiro passo é examinar a comunicação de decisão e a documentação apresentada. Não é possível antecipar qual será o resultado, que dependerá das provas e da situação previdenciária de cada pessoa.
Em geral, o extrato do CNIS, carteiras de trabalho, carnês e comprovantes de recolhimento, documentos pessoais e, nos pedidos por incapacidade, laudos, exames e relatórios médicos. Conforme o benefício pretendido, outros documentos específicos podem ser necessários.
A revisão costuma ser analisada quando há indício de erro no cálculo, período de contribuição não computado, vínculo ausente no cadastro ou tempo de atividade que não foi considerado, sempre observados os prazos legais. A verificação começa pela carta de concessão e pelo histórico de contribuições.
Sim, e costuma ser o ponto de partida. O CNIS reúne os vínculos e as contribuições registrados e permite identificar inconsistências, períodos faltantes e possíveis correções antes de qualquer requerimento.
Como funciona o primeiro atendimento, formas de contato e documentos para separar.
Começa por uma conversa para compreender a situação e os objetivos do cliente, seguida da análise da documentação disponível. A partir disso, o escritório apresenta os caminhos possíveis, com explicação sobre etapas, providências necessárias e prazos envolvidos.
Sim. O atendimento alcança pessoas, famílias e empresas, tanto em questões pontuais quanto em acompanhamento continuado de assuntos patrimoniais, familiares e empresariais.
As duas formas são possíveis. O atendimento presencial ocorre em Montes Claros/MG, e o atendimento a distância pode ser feito por telefone, WhatsApp, e-mail ou videoconferência, conforme a preferência e a necessidade do caso.
Documentos pessoais e aqueles diretamente ligados ao tema, como certidões, matrículas de imóveis, contratos, extratos, comprovantes e comunicações recebidas. Se faltar algum documento, isso pode ser resolvido no curso do atendimento.
Não. O conteúdo deste site é informativo e trata dos temas de forma geral, sem considerar as particularidades de cada situação. A orientação jurídica depende da análise individual do caso e dos documentos correspondentes.
Contato
Atendimento em Montes Claros e região, presencialmente ou a distância.
O contato inicial pode ser feito por WhatsApp, telefone ou e-mail. Descreva brevemente o assunto para que o escritório indique quais documentos podem ser úteis já na primeira conversa.
Falar pelo WhatsAppEste site não possui formulário de cadastro e não coleta dados para fins publicitários. As informações enviadas por telefone, WhatsApp ou e-mail são usadas apenas para o atendimento solicitado.
Saiba quais dados podem ser tratados a partir do contato com o escritório, com que finalidade e quais são os seus direitos como titular.